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Classificação Científica

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Passeriformes
Subordem: Tyranni
Infraordem: Tyrannides
 Wetmore & Miller, 1926
Parvordem: Tyrannida
Família: Tityridae
 Gray, 1840
Subfamília: Tityrinae
 Gray, 1840
Espécie: P. validus

Nome Científico

Pachyramphus validus
(Lichtenstein, 1823)

Nome em Inglês

Crested Becard


Estado de Conservação

(IUCN 3.1)
Pouco Preocupante

Fotos Sons

Caneleiro-de-chapéu-preto

Este pássaro, assim como os demais Tityridae, pertencia à família Cotingidae e era denominado de Platypsaris rufus.
O caneleiro-de-chapéu-preto é uma ave passeriforme da família Tityridae. Também conhecido como caneleira, caneleiro, caneleiro-de-chapéu-negro e caneleiro-de-crista.

Características

Macho todo escuro, negro em parte das costas e cabeça, acinzentado na região ventral. Nas asas, algumas penas brancas, raramente visíveis à distância. Fêmea marrom, mais clara na região ventral. Na cabeça, o característico topo cinza escuro, em forte contraste com o corpo. Área clara na frente dos olhos, característica semelhante às outras espécies desse gênero, mas virtualmente invisível no macho.
Dignas de menção são uma das suas rêmiges primárias muito alterada e a mancha branca do dorso, só visível quando as penas são levantadas como acontece também com vários formicarídeos. O seu canto lembra o dos beija-flores. Raramente emitem um chamado baixo, anasalado.

Alimentação

Associam-se aos bandos mistos, embora busquem invertebrados e frutinhos de maneira isolada também. Possuem pousos preferidos na mata e, uma vez localizados, deixam-se observar nos longos períodos em que ficam à espreita de insetos em movimento.

Reprodução

O ninho, geralmente pendente, chama de longe a atenção por ser uma construção grande, de fibras vegetais, com a entrada na parte lateral e a câmara de ovipostura na parte superior. O macho, às vezes, auxilia na construção do ninho, mas só a fêmea incuba os ovos que podem ser verde-oliva, pardo-claros ou cinzas com manchas pardo-enegrecidas. O tempo de incubação é, provavelmente, de 18 ou 19 dias e os filhotes são alimentados pelo casal.

Hábitos

Vive em casais, ocasionalmente grupos familiares. Destaca-se na vegetação, gostando de ficar em poleiros expostos acima da mata ciliar, cerradão ou mata seca, bem como logo abaixo da copa e na parte média da mata.

Distribuição Geográfica

Referências

Galeria de Fotos